domingo, 23 de novembro de 2014

Um eco.

Um resquício de esperança incerta ainda existe. Um tanto pequeno que me atormente noite e dia. O que fazer? Tapar os olhos e ouvidos, fechar a mente, trancar o coração? Ensinem-me então a fórmula secreta, pois essa capacidade é inexistente no meu ser. Onde enterrar tudo aquilo que faz mal, que torna as coisas tão complicadas, impossíveis, inalcançáveis?
SOCORRO! Mas, quem irá me socorrer?
Não tenho espaço, vontade, certeza. As palavras ecoam, viajam distancias e voltam de encontro a mim. Será que acaba?