"Escrevo por não ter nada a fazer no mundo: sobrei e não há lugar para mim na terra dos homens. Escrevo porque sou um desesperado e estou cansado, não suporto mais a rotina de me ser e se não fosse sempre a novidade que é escrever, eu me morreria simbolicamente todos os dias."
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Carpe Diem
Medo do futuro? Afinal quem é que realmente é capaz de ditar o futuro? Medo de que? Ter medo de algo que nós nem sabemos se vai existir! E se nos dará mesmo a dignidade de obter a sua presença. Se caso nos for dado o ''ar da sua graça'' que possamos viver o momento dado do jeito que acharmos propício sem abusar da sua boa vontade, sem medo das consequências do amanhã afinal, o amanhã - o futuro - ainda nem nasceu. Então viva, construa o presente e deixe o ''amanhã para amanhã''. Enfim "Colha o dia como se fosse um fruto maduro que amanhã estará podre. A vida não pode ser economizada para amanhã. Viva o presente".
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